Você que iniciou a leitura destes textos vis pode até estar pensando: Esse tema é bem comum, mas incomum comparado com os outros, então por quê ele o disserta? A resposta é bem clara, e bem consistente. Sendo o senso de um comum o tema dos textos aqui expostos, não poderia eu falar aqui de um devaneio, delírio e malfazejo mais comum que essa tal de virada de ano. Eu até entendo o simbolismo fraterno, a simpatia e a fé devotada inerente, o que inerentemente a tudo isso não entendo e a hipocrisia e a falsidade dos atos da maioria. Admito que não sou daqueles que acredita que o mundo inteiro jaz no poder dos malignos, mas também não sou daqueles que devota no homem a bondade absoluta corrompida pelo bem-estar social vigente; portanto, eu vejo nessas atividades coletivas de prol fraterno um amontoado de pessoas, na esmagadora maioria, dotadas de uma falsidade e falta de perspectiva sem igual (nesse meio, me encaixo, na maioria dos aspectos!). Adriana Calcanhoto, quando eu ...