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DIREITOS HUMANOS: IREMOS TERGIVERSAR?

                     Eduardo Freitas Cardozo        De há muito vemos essa certa compreensão paralela da realidade, compreensão que foge da realidade dos próprios interlocutores que a propagam, gerando assim uma compreensão paralela de mundo onde a barbárie substitui os avanços humanísticos. Quais seriam esses avanços humanísticos? Os propostos pela declaração universal dos direitos humanos. Mas, então, o que levaria essas pessoas a questionarem esses avanços e viverem em realidade paralela? Essa resposta pode ser encontrada no próprio surgimento desses avanços.         No século XX, com a trágica situação gerada pelas grandes catástrofes sociais e de saúde geradas pela guerra provocaram os líderes mundiais a se reunirem em uma organização global focada na unidade e no progresso contínuo e unido dos povos. Essa congregação das diversas nações, guiadas pelas potências multipolares, conduz...
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ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO: FÍSICA DE SAMPAIO & CALÇADA

     Eduardo Freitas Cardozo Lic. Em Física      Como parte do plano nacional do livro didático (PNLD). a coleção volume único de FÍSICA, é uma obra dos autores José Luiz Sampaio e Caio Calçada, conhecidos por serem professores e autores de livros de Física, conhecidos sobretudo por sua qualidade e rigor acadêmico, além de uma prioridade didática, refletido principalmente nessa obra volume único. Neste volume único os autores trazem uma teoria completa exigida para o ensino médio é exposta de forma concisa, simples, mas objetiva do ponto de vista didático, entretanto mantendo-se o rigor conceitual. O livro traz ainda uma enorme variedade de exercícios e de testes de vestibulares e do Enem, além de leituras sobre aplicações da Física no cotidiano, dentro de um itinerário normativo baseados nos antigos PCN’s, pois o livro é do triênio 2009-201 do selo PNE.   O livro dispõe de todos os assuntos referentes ao conteúdo programático de Física Clássica...

Militância ou Milicutância? A decadência da burguesia e o esvaziamento de sentido de classse

      Em verdade vos digo, decadência não é sinônimo de fracasso, ao menos não para a burguesia, e para a pequena burguesia brasileira, essa última idólatra da primeira, e a primeira idólatra do imperialismo.       Não é preciso ser Raimundo Faoro, ou Gilberto Freire, para saber que o Brasil tem uma realidade de classe um pouco diferente da experiência primeira de Marx. Somos um país basicamente fragmentado em seu sentido de classe, onde os interesses e os discursos transpassam a práxis, a corrompe, reduzindo-a a mera ideia, ao mero marketing. Obviamente quando falo isso não estou me dirigindo a Burguesia política e a pequena burguesia direitista, mas sim, a pequena burguesia esquerdista.      A pequena burguesia Brasileira é um caso a parte, pois, somos o pais em que a pequena burguesia é elite; assim fugindo da tão chamada democracia burguesa, não somos isso, somos uma democracia pequeno burguesa. A pequena burguesia brasile...

A Linguagem Pós-Moderna e os Jogadores de "Fogo Livre"

              A História nos guia através do tempo e nos mostra as diversas fases da Literatura e da Poesia: O Quinhentismo e a carta de Pero Vaz de Caminha, o Barroco e os poemas satíricos de Gregório de Matos, O Romantismo e a literatura do Índio até chegarmos na fase que conhecemos como Pós-Moderna. Quem cunhou a nomenclatura "Pós-Moderna" para os tempos contemporâneos, não foi nenhum escritor ou poeta, e sim o Sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925- 2017). Bauman não apenas cunhou o termo, como também construiu todo um pensamento crítico, sensato e debochado do mundo Pós-Moderno; Ele expõe a fluidez das relações afetivas num pensamento denominado Mundo Líquido. “Escolhi chamar de modernidade líquida a crescente convicção de que a mudança é a única coisa permanente e a incerteza, a única certeza.” Bauman, modernidade Líquida, 1999. Free Fire, em tradução do inglês "Fogo Livre", não é nenhum livro clássico sobre o f...

Resenha - Uma análise crítica do ensino de Física

O artigo Uma análise crítica do ensino de Física , escrito pelo Prof. Marco Antonio Moreira é uma produção em forma de crítica ao sistema atual do ensino de Física. Com o objetivo de fazer uma abordagem crítica à  Pesquisa e Estruturação do Ensino de Física, o artigo aborda em forma de tópicos os pontos importantes a serem discutido sobre essas  temática. No primeiro tópico Introdução e no segundo tópico Mas por que tudo isso? Por que esse ensino? o prof. Moreira destaca algumas marcas import antes e conquistas que houveram na área do E nsino de Física. Contudo,  em paralelo o autor explicita que mesmo com os avanços, o Ensino de Física encontra-se em crise. Nos tópicos conseguintes, referente a Pesquisa Básica , Pesquisa Avançada e Pesquisa Translacional. Para o autor  existe um certo tom de contraste em relação à pesquisa e publicação, já que quase anualmente saem  inúmeras  pesquisas em Ensino de Física no Brasil, mas o autor é coerente  em dizer...

A Ressureição do Major Quaresma #1: O vilipêndio

N o Epitáfio estava escrito: Aqui jaz o major Policarpo Quaresma, aquele que amava o Brasil mais do que a si próprio, aquele que morreu em desgosto, mas, como último ato, sua mente deu-lhe o despojo de sonhar, morreu suspirando a certeza de um Brasil glorioso em um futuro, nem que fosse distante. Ricardo Coração dos Outros       Fazia-se um silêncio Enorme no Cemitério dos Ingleses, um vento profundamente frio corria entre as lápides provocando um som meio tenebroso, parecia cantar de forma solene. O velho Carlota, vigilante do cemitério, estava de fronte ao portão de entrada sentado em uma cadeira cochilando seu bom sono das 4:00 da madruga - pois sabemos que vigiar aqueles que não voltam mais não exige tanta atenção assim - quando uma luz forte, um som agudo e estridente e um certo tremor o acordou de seu sono "leve" de vigilante. O som vinha do fim de uma via de acesso, a luz parecia descer e pairar sobre uma das lápides; foi então que Carlota percebeu que tr...

Diários de alguns meses atrás... Que Bom que passou! "O amor é uma flor roxa"

De Novembro de 2019 Em um tempo tão liquefeito e cheio de incertezas, onde a maioria das pessoas querem ser felizes, amar chega a ser uma ofensa, principalmente por que a maioria das pessoas banalizaram tal ato puro da natureza humana em prol de uma felicidade robotizada e pseudosocializada. Eu me encontro aflito esses meses, a universidade vai mal, os estudos também, faz um ano que tento terminar de ler o livro senhor dos anéis a sociedade do anel e não consigo, pelo menos já passei do conselho de Elrond , entretanto, um evento incomum em meus desejos e vontades, sentimentos e bondades, me atingiu, algo que os gregos e os medievais chamariam de doença, o tal "amor", pelo menos acho que é isso. Para um garoto de 19 anos amar sempre foi uma confusão enorme desde que o mundo fundou-se e a natureza humana despertou, imagine para mim que vivo imerso na pós-modernidade fingida, presunçosa em liberdade, mas presa aos seus dedos e desejos. A questão principal aqu...