Eu admito que dos termos vindouros das interpelações constituintes pela herança ocidental, o que mais me fascina depois da definição de amor e a imediata e mais que próxima definição, a definição de caridade. Uma canção católica Romana composta por um clérigo chamado Marco Frisina me fascina particularmente. Nela o monsenhor indica Dove la carità è vera, que do Italiano significa: Onde a caridade é verdadeira. A música, ao meu ver, baseia-se no texto bíblico da primeira epístola do Apostolo Paulo aos primeiros Cristãos que viviam em Corinto, mais especificamente no capítulo 13, onde em meu modo de ver encontra-se a definição mais perfeita de amor. De forma bem leiga e perceptual eu noto, a partir desde cântico, a diversidade do que podemos perceber como amor.
Não é de se espantar que de forma bem vagabunda o termo caridade vem sendo confundido com a mera ajuda aos que mais precisam, como se ser caridoso significasse, de forma primeira, dar migalhas aos pobres. Na verdade, a ajuda material, em meu entendimento vulgar, não passa da menor das menores características da caridade, na verdade, uma consequência não notável para quem a possui no coração. Se o amor, mais que um sentimento, é um conjunto de ações que se deve praticar de um balaio de sentimentos "bons", a caridade é a sinceridade de os fazer. Como assim?
O amor e a caridade andam lado a lado, e na verdade poderiam ser definições sinonímicas, mas que diferem no tempo e no modo. Uma pessoa amorosa tem como condição sine qua non ser caridosa, pois a caridade é a consequência de amar. Na caridade não se encontra algumas formas de amor, como o amor eros, mais sim e somente sim o amor filos. É a ação gerada pelo sentimento puro e divino, próprio da fé e da contemplação transcendental da vida e do cosmos, que faz com que você ame sem medida, que você acredite sem provas, que você perdoe e tudo suporte, permita e alcance, tudo espere; pois onde há caridade inexplicavelmente deve haver o amor, pois se não, o que há é hipocrisia e galinhas cacarejadoras.
Não é de se espantar que de forma bem vagabunda o termo caridade vem sendo confundido com a mera ajuda aos que mais precisam, como se ser caridoso significasse, de forma primeira, dar migalhas aos pobres. Na verdade, a ajuda material, em meu entendimento vulgar, não passa da menor das menores características da caridade, na verdade, uma consequência não notável para quem a possui no coração. Se o amor, mais que um sentimento, é um conjunto de ações que se deve praticar de um balaio de sentimentos "bons", a caridade é a sinceridade de os fazer. Como assim?
O amor e a caridade andam lado a lado, e na verdade poderiam ser definições sinonímicas, mas que diferem no tempo e no modo. Uma pessoa amorosa tem como condição sine qua non ser caridosa, pois a caridade é a consequência de amar. Na caridade não se encontra algumas formas de amor, como o amor eros, mais sim e somente sim o amor filos. É a ação gerada pelo sentimento puro e divino, próprio da fé e da contemplação transcendental da vida e do cosmos, que faz com que você ame sem medida, que você acredite sem provas, que você perdoe e tudo suporte, permita e alcance, tudo espere; pois onde há caridade inexplicavelmente deve haver o amor, pois se não, o que há é hipocrisia e galinhas cacarejadoras.
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